sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Two bodies in a bed- Capítulo 2

     

Capítulo 2-

                                                                                                                                                                                                                                                      MEGAN:


     Eu e minha irmã, Selena , estávamos na sala de jantar arrumando a mesa, que logo estaria completa com a ceia que nossa mãe preparava na cozinha, era a primeira vez em anos que eu á via tão feliz, essa alegria vinheira de um telefonema, mas não de um simples telefonema, quem estava por trás dele, era a pessoa que ela mais amava: nosso pai. Estávamos contentes com a notícia que ele estava voltando para casa e que passaríamos o natal juntos depois de tanto tempo.

     Ele tinha nos deixado já havia 4 anos e nunca mais tínhamos o visto.Eu nunca tinha entendido o porque de ele ter ido,o porque de ter nos deixado,mas mesmo assim a ansiedade me consumia.A saudade apertava meu peito cada vez que o ponteiro do relógio marcava os segundos.Queria estar logo nos braços daquele homem que eu amava de maneira tão ingênua,do homem que me colocava para dormir todos os dias,que contava histórias vindas de sua imaginação que eu tanto adorava,do homem que me ensinara a toca piano, compartilhando comigo suas composições.Piano era sua paixão e quando tocava, fazia com que todos os pássaros se calassem para apreciar aquelas melodias perfeitas e doces.

      Meus pensamentos foram interrompidos quando ouvi a campainha tocando e como de costume,
eu e minha irmã saímos correndo para atender a porta, por mais que seja uma atitude infantil da nossa parte, era assim que fazíamos quando ouvíamos o carro do papai estacionando no gramado,apostávamos para ver quem o abraçava primeiro.
    
      Quando estávamos quase chegando na porta fomos impedidas por nossa mãe. Lembro de ela ter nós mandado ir para o quarto e só sairmos quando ela mandar mas invés de obedece-la, ficamos ali parada no topo da escada onde tínhamos uma vista privilegiada de toda a sala, não estava entendendo oque acontecerá, minha mãe que minutos atrás estava transbordando alegria, agora estava com um semblante assustado. Depois disso foi tudo muito rápido, quando abrira a porta ali se encontrava um homem desconhecido por mim e que pelo oque pude perceber não pela minha mãe que quando o viu teve o impulso de fechar a porta, oque não adiantou muito já que o homem era muito mais alto e forte. Logo ele já estava dentro da sala junto a outros homens.

     Daqui não conseguia ouvi-los direito, só consegui ouvir partes da conversa,mas que já foi o suficiente para me deixar completamente assustada, a voz do homem era grossa oque o deixava mais aterrorizante do que já parecia com toda aquelas tatuagens e piercings. Uma parte da conversa me chamou mais atenção,ele falava de um homem que estava o devendo ha anos e que só agora teve a chance de mata-lo,logo percebi que se referia ao meu pai e acho que eu não fui a única,já que senti minha irmã estremecer ao meu lado. Um tiro foi disparado seguidos por mais 4, logo o corpo
de minha mãe se chocava com o chão e seu sangue formava uma poça em seu redor sobre o tapete Bigamy que vinhera do Paquistão. Lágrimas já se acumulava ao redor dos olhos de minha irmã,o meu estado era tão perturbador que nem chorar eu conseguia,eu estava paralisada e perplexa com tanto terrorismo.Pude perceber que minha mãe notará minha presença  e antes de permitir que seus lindos olhos azuis se fechassem, ela sussurrá um último ;"Me desculpe,eu amo vocês".

     Aquilo foi o suficiente para me tirar do meu estado paralisante e perceber que aqueles homens ainda estavam ali, a procura de algo e logo identifiquei que esse algo era eu e minha irmã,eles sabiam da nossa existência,mas provavelmente não sabiam se realmente estávamos em casa e logo tratei de não permitir que soubessem,caso contrário seriamos o próximo alvo, puxei minha irmã para dentro do quarto, depois de pegar a chave do carro que se encontrava na mesinha ao lado. Pegamos oque futuramente precisaríamos, tudo não passou de uma mochila para cada uma. Identifiquei barulhos de passos subindo as escadas, tratei  de descer a janela pela trepadeira do jardim, Selena vinha em seguida. Tratei de ir mais de pressa, eles já vinham em  nossa direção. Quando estava perto do carro, um tiro foi disparado,olho para trás e  vejo minha irmã caída no chão, corro em sua direção, mesmo sabendo que isso nos atrasaria, peguei ela pelos braços e fui em direção ao carro, consegui dar partida e logo estávamos longe dali, eles tentaram atirar nos pneus mais foi tudo em vão,já que não acertaram. Selena precisava o mais rápido possível de assistência médica, mas eu sabia que um dos únicos lugares que não podíamos ir, era o hospital, que provavelmente gostaria de saber informações que não poderíamos dar. Só nós restava um lugar, que talvez eu me arrependeria. 

domingo, 28 de setembro de 2014

Two bodies in a bed- Capítulo 1



Capítulo 1- 

                   
                                                                                                                                 NARRADOR:

    Faltava dez minutos para as onze da manhã quando o céu explodiu numa chuva de confete branco, que logo se espalhou como uma mortalha branca sobre a cidade. A neve macia se esparramou pelas ruas já congeladas de Manhattan , cobrindo-as com um lençol acinzentado. O vento frio de dezembro fustigou os que faziam as compras de Natal, obrigando-os a procurar refúgio em suas casas e apartamentos.

    Na Lexington Avenue, o homem alto e forte, metido numa capa de chuva amarela, deslocava-se em meio á apressada multidão de Natal, mas num ritmo próprio. Ele caminha rapidamente, ms seus passos não era frenéticos como os dos outros transeuntes, que procuravam escapar do frio. Tinha a cabeça levantada e parecia alheio às outras pessoas, que volta e meia nele esbarrava. Estava livre depois de uma vida de purgatório, e ia para casa, para dizer á sua mulher que tudo acabara. O passado ia enterrar seus mortos e o futuro era brilhante e promissor. E ele pensava no rosto de sua amada, radiante quando ele lhe contasse as boas novas. Ao chegar à esquina da 59th Street, o sinal mudou para o vermelho e ele parou, em meio à multidão impaciente. A poucos passos estava um Papai Noel do Exército de Salvação, junto a um enorme caldeirão. O homem meteu a mão no bolço para pegar algumas moedas e ofertá-las aos deuses da sorte. Nesse mesmo instante alguém bateu-lhe nas costas , um golpe súbito e doloroso, que se espalhou por todo o seu corpo. Era algum bêbado de Natal excessivamente entusiasmado, procurando demonstrar sua cordialidade para com o mundo.

    Ou talvez fosse Bruce Boyd, que nunca compreendera a força que tinha e jamais perdera o habito infantil de magoá-lo fisicamente. Mas ele não via Bruce há mais de um ano, o Homem alto e forte tentou virar a cabeça para ver se conseguia ver quem lhe batera nas costas. Foi nesse momento que percebeu, espantado, que seus joelhos estavam começando a se dobrar. Em câmera lenta, como se estivesse a observara si próprio á distância, ele viu seu corpo cair na calçada. A dor nas costas era intensa e se irradiava pelo resto do corpo o rasgando.  Ele começou a ter dificuldade em respirar. Diante do seu corpo havia um desfile de sapatos, que parecia animados por uma vida própria. Começou a sentir o rosto entorpecido pelo frio da calçada. Sabia que não deveria ficar deitado ali. Abriu a boca para pedir a alguém que o ajudasse, e uma torrente quente e e vermelha por ela escorreu, misturando-se com a neve semi-derretida. Ele ficou observando, fascinado e aturdido, o rio vermelho avançar pela calçada e desaparecer na sarjeta . A dor estava pior agora, mas ele não lhe deu a menor importância, ao se recordar subitamente da boa notícia que levava  para sua amada. Ele estava livre. E ia dizer a ela que estava livre e poderiam viver juntos com seus filhos. Fechou os olhos, contra a brancura ofuscante do céu. A neve começou a se transformar em granizo, mas ele não mais podia sentir coisa alguma.

Two bodies in a bed- Sinopse



 

sinopse:


"Se eu me apaixonar por você, você promete ser verdadeira ?E me ajudar a entender ? Pois eu já amei antes, e acho que amor é mais do que apenas segurar as mãos''

"Não é fácil encontrar o caminho,mas é bom olhar pro lado e ver que não estou sozinho"

"Logo eu que nem pensava. Eu não imaginava te merecer, e agora sou o dono desse amor, eu nem quero sabe, eu só preciso viver o resto dessa vida com você "


Personagens Principais:



Classificação:


 Cada um sabe o que lê, não me responsabilizo pelo oque conter no blog !!

Avisos da fanfic:

Gêneros da fanfic:







Tags da fanfic:


Justin Bieber; Miranda Kerr; Criminal

IMAGINE BELIEBER